Um raio-X de 274 empresas brasileiras sobre saldo credor, destino de créditos tributários e nível de preparo para a chegada da CBS.
O DIAGNÓSTICO
Isoladamente, cada resposta já preocupa. Juntas, revelam uma única lacuna de preparo — não duas dores independentes.
Das empresas têm dúvida sobre o próprio saldo credor de PIS/Cofins: não sabem avaliar, ou sabem que têm saldo mas não o quantificaram.
Das empresas ainda não têm plano de ação para a transição — seja porque não começaram, seja porque não entendem os impactos.
Na prática, as duas dores raramente andam sozinhas: quem não sabe o próprio saldo também tende a estar sem plano para a CBS. O estudo completo mostra o tamanho exato dessa sobreposição.
A AMOSTRA
A maior parte é composta por analistas, coordenadores e especialistas — o time que lida com a dor tributária na prática, mas raramente assina o cheque.
A amostra cobre 7 segmentos, com maior concentração em Indústria e Serviços de valor agregado — os dois setores mais expostos à mudança. O estudo completo traz a distribuição exata entre todos eles.
O REGIME MAIS EXPOSTO
não é coincidência que a maior parte da amostra esteja nesse regime: é justamente aí que a apuração não cumulativa de PIS/Cofins gera os créditos que agora precisam de destino antes — ou durante — a virada para a CBS.
O CAMINHO
o estudo completo detalha como aplicar cada etapa na sua empresa.
Mapear e auditar exatamente quanto a empresa tem em créditos de PIS/Cofins — sem esse retrato, qualquer plano é feito no escuro.
Desenhar prazos, formas de aproveitamento e janelas de compensação que não se repetem dentro das regras de transição.
Escolher o melhor destino do saldo — compensação, ressarcimento em dinheiro ou outra estratégia.
O raio-X inteiro das 274 empresas, os dados por segmento e o passo a passo para não perder valor na transição para a CBS.
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